Agosto Lilás • mês de proteção à mulher

O silêncio também
mora entre paredes.

Reconhecer os sinais é o primeiro passo para transformar realidades. Informação acolhe, protege e pode salvar vidas.

RESPEITO
“

Onde há respeito,
não há espaço
para a violência.

LEI Nº 14.448/2022

O Agosto Lilás é o mês nacional de conscientização pelo fim da violência contra a mulher.

Violência não é apenas aquilo que deixa marcas visíveis.

Ela pode começar de forma sutil.

Ciúme excessivo, controle, humilhação e isolamento não são demonstrações de amor. São sinais que merecem atenção. A violência doméstica e familiar é uma violação dos direitos humanos e pode acontecer em qualquer relação íntima de afeto.

A violência tem muitas formas.

Aprenda a identificá-las.

A Lei Maria da Penha reconhece diferentes manifestações de violência doméstica e familiar contra a mulher.

01

Física

Agressões que atingem a integridade ou a saúde do corpo, como empurrões, tapas, chutes ou queimaduras.

02

Psicológica

Ameaças, humilhações, manipulação, isolamento, perseguição ou controle sobre escolhas e comportamentos.

03

Sexual

Obrigar, constranger ou manipular a mulher a participar de atos sexuais contra sua vontade.

04

Patrimonial

Reter, destruir ou controlar documentos, bens, dinheiro, instrumentos de trabalho ou recursos econômicos.

05

Moral

Calúnia, difamação, injúria e outras ações que atingem a honra e a reputação da mulher.

06

Vicária

Usar filhos, parentes, dependentes ou pessoas da rede de apoio para atingir, controlar ou causar sofrimento à mulher.

Alguns sinais pedem atenção.

Não normalize o controle.

01

Controla roupas, amizades, mensagens ou redes sociais

02

Afasta a mulher de familiares e pessoas de confiança

03

Diminui, ridiculariza ou culpa por tudo o que acontece

04

Controla dinheiro, documentos ou impede que trabalhe

05

Ameaça a mulher, os filhos, familiares ou animais

06

Força contato íntimo ou desrespeita limites e consentimento

Se alguém confiar em você,

escute sem julgar.

Uma rede de apoio pode ser decisiva para romper o ciclo da violência. Acolha, respeite o tempo da mulher e ajude-a a buscar orientação segura.

01

Acolha

Ouça com respeito e acredite no relato.

02

Não confronte

Evite atitudes que possam aumentar o risco.

03

Oriente

Apresente os canais e serviços de proteção.

Você não está sozinha.

Procure ajuda.

Se estiver em risco, priorize sua segurança. Use um aparelho seguro e apague o histórico de navegação, se necessário.